quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Projeto de Viabilidade: Roteiro e Detalhamento do Conteúdo

1)PROJETO
O que é o projeto? Por que foi escolhido este tema? Quais as características principais(produto)? Quais seus diferenciais?
ITENS: introdução, conceito geral, justificativa, tema, tom, enredo base, relação entre personagens, estilo visual, universo, sinopse, ficha técnica, formato, público alvo, contextualização cultural, argumento promocional.
OBS: O Conceito Geral deve especificar de forma resumida o tema e tom da série e seu enredo base.

2)PROPOSTA COMERCIAL
É um breve esclarecimento aos possíveis e futuros clientes de investimentos para o projeto.
ITENS: escopo do projeto (resumo), orçamentos, serviços cobertos pela proposta, exclusos, prazos, honorários, impostos, formas de pagamento, condições gerais (premissas, requisitos).
Ver em: http://www.ligiafascioni.com.br/ligia/upload/arquivo/DNP_aula6_mini.pdf (Aula de Dimensionamento e Negociação de Projetos)

3)MULTIMÍDIA
Quais são os materiais necessários (recursos materiais/infra‐estrutura) para a produção? Como será a produção em detalhes?
ITENS: cronograma de produção, forma de veiculação, duração, recursos humanos (pesquisa de conteúdos, roteirização, pesquisa de músicas, trilhas e efeitos sonoros, locução, acompanhamento da gravação e edição).

4)PARECER JURÍDICO (Registros e propriedades intelectual)
OBS: De acordo com as normas estabelecidas pela ANCINE ‐ Agência Nacional do Cinema, todas as obras brasileiras devem possuir um CPB ‐ Certificado de Produto Brasileiro ou CRT – Certificado de Registro de Título (no caso de obra publicitária) para exibição em festivais. A obtenção destes certificados é de atribuição do produtor responsável pela obra. Para mais informações acesse o site: www.ancine.gov.br

5)PERSONAGENS E SEU UNIVERSO
Quais os personagens? Quais são suas características principais e suas personalidades?
ITENS: model sheet (5 expressões, 5 movimentos, 3 vistas)
OBS: O Universo são as especificações de onde acontece a série, detalhando as leis que controlam e orientam as ações dos personagens, sejam elas físicas, psicológicas ou morais, revelando o que é possível e impossível a eles.

6)ROTEIRO
Narração descritiva dos fatos e cenas
ITENS: diálogos, narrador, etc.

7)STORYBOARD
Imagens das cenas e de seus principais atos.
ITENS: cenários, músicas, efeitos sonoros, enquadramento de cenas (closes).

8)MODELOS (Opcional)
9)PORTFÓLIO (Opcional)
10)MODELO DE CONTRATO (Opcional)

sábado, 14 de novembro de 2009

Projeto de Viabilidade: Roteiro de Documento

Segue um modelo de roteiro para elaborar o documento da aula de Viabilidade de Projetos.

  1. Projeto
  2. Proposta Comercial
  3. Multimidia
  4. Parecer Jurídico
  5. Personagens
  6. Roteiro
  7. StoryBoard
  8. Modelos
  9. Portfólio
  10. Modelo de Contrato
Precisamos nos organizar para agrupar as informações mais necessárias e essenciais ao nosso projeto.
Podemos começar a pesquisar nas seguintes fontes:
AnimaMundi (Site Oficial)
AnimaMundi (Blog do Site)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Sinopse da Animação

A diversão é um momento onde você pode fazer coisas sem imaginar a sensação. Às vezes é melhor não imaginá-la.
Quanto mais limitadas forem suas condições, maior é o alcance que sua imaginação pode se superar das suas condições atuais.
Rafael, um jovem rapaz como qualquer outro jovem, que gosta de experimentar aventuras, passa por alguns momentos em sua vida onde suas decisões são fundamentais para se sentir mais capaz de ultrapassar seus limites.
Em uma dessas aventuras que Rafael passa veremos se ele consegue ou não ultrapassar por seus limites.

sábado, 31 de outubro de 2009

Viabilidade de Projetos: Dados Gerais

O que é o projeto: Animação. Duração: Curta metragem (+/- 2min)

Nome: Inércia Mental/ Significação

Tema: A inconseqüência extrema da diversão (Significação do tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.)

Justificativa:

A inspiração do conceito se baseia na coragem de fazer coisas sem planejar a sensação, na audácia de infringir os contras-tempos das circunstâncias, e por ultimo, na persistência determinante de superar suas condições atuais.

Ambiente: Urbano

Público/perfil: Adulto. Idade: 21 à 35 anos. Análise de tendências de comportamento. (em aberto)

Benefício: Diversão e entretenimento

Valores: persistência, audácia, coragem.

Diferencial: (em aberto)

Análise de concorrentes: (em aberto)

Registros e propriedades intelectual: (em aberto)

Animação sem expectativa de lucro, com o objetivo de entreter.

Ø Social (mensagem)

Ø Apolítico

Canal de Comunicação/Multimidia: Internet (Como será gerenciado o planejamento de comunicação? Precisará de terceiros?) (em aberto)

Riscos:

Ø Sem riscos referentes ao lucro.

Ø O não cumprimento do prazo das etapas.

Ø Análise de custos de produção e avaliação de recursos

Ø ...

Aprendizados: diferenças

Prós e Contra: críticas, opiniões, supostas melhorias, aceitação do produto, incompatibilidade. (em aberto)

Executores do Projeto /nomes dos integrantes da equipe: (em aberto)

Orçamento/Análise de custos/Estimativas/juros/impostos (em aberto)

Requisitos Gerais De Projeto de Viabilidade

PENSAR UM PROJETO



1) O que?
2)Para quem?
3)Quando?
4)Onde?
5)Com quem?
6)Por que?

Estes são os requisitos para o projeto de viabilidade. Precisamos levantar informações desta natureza:

1) Introdução: O que é o projeto (01 página)

2) Descrisão: Qual o Ambiente p/:
O seu projeto (+/- 03 páginas)
Público-alvo (até 02 páginas)

3) Diferencial: Porque somos a melhor opção
Diferencial do mercado (até 03 páginas)

4) Documentos: Toda documentação de registros e propriedades intelectual

5) O Produto:
Ficha técnica - título
Modelos formais (o quê desenvolvemos no módulo 4)

Orçamento - separado

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Programa Para Adaptar Projetos Audiovisuais

Celtx é o primeiro software a trabalhar com pré-produção de filmes, televisão, cinema e novos tipos de mídia de uma maneira acessível. Escreva e adapte seu roteiro de uma forma clara e concisa, formatando as páginas e o próprio texto dentro dos padrões esperados de um escritor de roteiros profissional.

Se você já pensou em escrever um filme, peça de teatro ou programa de televisão e não sabia por onde começar, Celtx pode ajudar a clarear conceitos e adaptar seu estilo dentro dos padrões. Se você já trabalha no ramo, Celtx simplifica as coisas e organiza suas idéias de uma forma descomplicada!

Baixar Programa

CARACTERÍSTICAS
Ferramentas de Desenvolvimento da Estória
Celtx inclui ferramentas para ajudar na criatividade com cenas e personagens. Use formulários personalizáveis para construir o seu roteiro com informações adicionadas automaticamente a um banco de dados.

Escreva Roteiros Profissionais
Importe e edite roteiros no formato padrão da indústria. Celtx usa a escrita intuitiva com "tab" e "Enter" com todos os recursos esperados de um aplicativo profissional - corretor ortográfico, encontrar e substituir, autocompletar de nomes de personagens e títulos de cena.

Agendamento de Projetos
Mantenha uma agenda com todas as datas dos seus projetos em um calendário compartilhado.

Assoiciações Multimídia
Celtx permite que as pessoas criativas pré-visualizem suas idéias e planejem seus projetos com associação de arquivos de áudio, videoclipes e imagens digitais dentro do script.

Relatórios Personalizados
Gere relatórios de produtividade para planejar e organizar melhor o seu projeto de filme.

Colaboração
Colabore em um time, compartilhando o projeto através do servidor integrado de Celtx.



Elaboração e entrega para dia 15/10 - 5ª feira

Requisitos para serem entregues ao profº no dia 15/10 - 5ª feira.

A - SINOPSE
B - ROTEIRO
C - MODEL SHEET(5 expressões, 5 movimentos, 3 vistas)
D - STORY BOARD
E - CENÁRIO --> 02 AMBIENTES

DOCUMENTO IMPRESSO

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Sites com Efeitos Sonoros Grátis

Curiosidades:O Audiovisual Digital como Design de Relações

As ferramentas digitais têm ampliado as possibilidades de experimentações com as misturas de formas, cores, texturas e padrões, tanto da imagem como do som e dos movimentos. O resultado tem sido um hibridismo que provoca distintas angulações do olho e dos olhares. Entretanto, a dimensão da interatividade, como atributo, transforma a produção do audiovisual tradicional em design de audiovisual digital. Com a interatividade, além das qualidades das ferramentas tradicionais transferidas para a memória do computador, o audiovisual foi acrescido de mais uma potencialidade: a dimensão do Design de Relações.

A linguagem digital interativa, diferente da analógica, pode criar tessituras como devires lógicos de um jogo de dados de múltiplas faces. O projeto digital interativo é capaz de criar processos que, embora aparentemente estéticos, são constituídos de um único fio: a ética das relações. A lógica da interatividade - ou o que chamamos de Design de Relações - acresceu à linguagem audiovisual algo que lhe fez radicalmente distinta da linguagem produzida pelas ferramentas convencionais. A natureza do produto digital interativo é capaz da autogênese de corpos sensíveis, isto é, a linguagem tornou-se propícia para reagir fisicamente ao comando do interlocutor e, com isso, fazer crescer sua própria complexidade interna e responder aos outros corpos sensíveis que é capaz de conectar.

A natureza do audiovisual digital, quando incorpora a interatividade como Design de Relações, torna o designer uma espécie de neoprojetista. Um espécime híbrido de pintor, músico, escritor, dramaturgo e videomaker encarregado de fazer política poética com as imagens, os sons e os sonhos.

A natureza do projeto digital interativo transforma autor, obra e interlocutor numa única e indissociável figura. O produto do Design de Relações, cujo processo é constituído de tomadas de decisões sobre os rumos da obra, transforma o espectador em co-autor das rotas de leitura, com as quais vai se fazendo a obra transmutar-se, conforme o desejo dos interlocutores.

No audiovisual tradicional a movimentação da leitura é horizontal, desde a proposição de início até a resolução da trama. O conflito da trama evolui como autômato, conforme a vontade do autor. Neste tipo de leitura só resta ao telespectador fruir a obra pronta. No audiovisual interativo, ao contrário, a trama se desenrola segundo o comando do telespectador, exigindo dele a movimentação vertical da “leitura” - a chamada navegação. À medida que o interlocutor seleciona um percurso de leitura, dentre o conjunto de possibilidades de percursos, ele estabelece sua co-participação na produção das mensagens, definindo o princípio da constante reconstrução negociada.

O audiovisual interativo redefine a natureza dos diversos formatos narrativos, sobretudo os da teledramaturgia. Com a interatividade torna-se possível não apenas decidir um novo final para o drama, mas programar novos rumos narrativos para as personagens, a partir das escolhas do interlocutor. Por meio de múltiplas versões, nas quais os pontos de vista das personagens redefinem as rotas de navegação, o interlocutor pode esbarrar em adversidades que o obrigam a mudar de rota, o elevando à condição de interlocutor-autor. No audiovisual interativo o espetáculo consiste em fazer o espetáculo. O drama resulta do conflito entre os elementos narrativos que estão na obra em relação aos agentes narrativos que estão fora dela.

Como um neo-escriba do contemporâneo o designer de relações há de conceber sua obra de maneira reticular, arborescente e relacional, cuja essência estética é a promoção da ética da interação entre máquinas, pessoas e conceitos, criando outra natureza para o drama. Assim, o designer do audiovisual interativo torna-se o mediador na mais pura concepção que esse termo possa abarcar: Ele trata, a um só tempo, de configurar os meios pelos quais os interlocutores irão dialogar, projeta a maneira pela qual cada um poderá se misturar ao todo, sempre aumentando o todo e, finalmente, cria padrões de identidade, de reconhecimento e de ação social do indivíduo em relação à comunidade desuniforme da qual participa, ao interagir com a obra.

O designer do audiovisual é um criador de signos cuja essência é fazer interagir projeto, processo e produto. Ele formata um projeto de relações de partilha entre inteligências dialógicas, cria processos de mediação entre o fora e o dentro da obra, traduzidos num produto cuja essência é ser uma obra aberta, sensível à reação e capaz de expandir-se para além dela mesma.

Na tela do computador, o designer não apenas arquiteta uma relação. Ele infere padrões de comportamento para as diferentes palhetas disponíveis nas vastas memórias digitais. Trata-se de uma nova categoria de signos que se configura como rotas de construção de mundos possíveis. O designer de relações é aquele que, ao deduzir dados, transforma a natureza da obra num estado de relações em perene possibilidade de alteração entre os pares que se colocam em diálogo.

Nesse tipo de audiovisual o interlocutor se comporta como jogador cujo objetivo é fazer “A” chegar à circunstância “X” previamente definida, tanto pelo autor quanto pelo jogador. Para isso deve fazer “B” reagir, colocando a obra em movimento. Se, por quaisquer motivos, “C” reagir, o interlocutor volta ao início do jogo. Entretanto, se “B” reagir, abrem-se novas rotas para se chegar a circunstancia “X”, fazendo o objetivo do jogo parecer interminável. Conquistar “X” torna-se um desafio criativo ao interlocutor, o que subtrai dele a condição de mero expectador passivo de narrativas prontas. Sem a interferência do interlocutor a obra não avança rumo ao seu objetivo.

O design do audiovisual digital interativo abre um horizonte completamente distinto das obras audiovisuais convencionais, mesmo aquelas processadas em equipamentos digitais. No audiovisual convencional o interlocutor é apenas telespectador. No audiovisual interativo o interlocutor torna-se um dos agentes das transformações internas da obra, junto com a máquina interligada em rede.
A dimensão da interatividade, proposta pelas ferramentas digitais, transforma o audiovisual um novo gênero de produtos, cujo objetivo não é assistir, mas interagir apenas pela fruição, estética, lúdica e lógica.

O designer do digital trata de relações entre formas, movimentos e sonoridades, atribuindo-lhes o drama que intenta desfrutar e convocando a audiência não só a “entender” a obra mas também a “calcular” saídas possíveis para ela. O designer deve saber, portanto, lidar com a imagem, o som e o sentido como estruturas narrativas cuja natureza é matematicamente composta mais para ser calculada do que decodificada no sentido clássico do termo.

Mais do que isso, o designer do digital interativo cria uma diáfana relação entre o dentro das memórias digitais e o fora delas, no âmago da reflexão da platéia em ação. O interlocutor, neste processo, é convidado a partilhar com o autor do projeto audiovisual, no processo digital junto ao produto interativo.

Um projeto de audiovisual digital que não contemple a dimensão da interatividade, por mais vanguardistas e ousados os recursos de programação utilizados, ainda não se descolou do paradigma clássico. Falta-lhe o Design de Relações.

O projeto audiovisual sem os processos de imersão característicos do Design de Relações não consegue chegar a um produto verdadeiramente comutativo, portanto, indistinto do passado no qual autor, autoridade e autoritarismo se confundiam numa mescla contrária à autonomia do espírito de fato criativo.

Dorival Rossi e João Winck: Grupo de Pesquisa PIPOL – Projetos Integrados de Pesquisa On Line.

Roteiro: Desenvolvimento

O planeta esta em foco, a camera da um super zoom, comecando mostrando o continente, em seguida a cidade e por diante uma rua onde esta um boliche. Dentro do estabelecimento ha um grupo assistindo um rapaz preparando sua melhor jogada. Um excelente strike acontece. Ao perceber seu sucesso, ele vibra intensamente. Ele eh o centro da atencao. Uma luz forte cobre toda a cena aumentando o brilho, onde um brusco corte acontece (fade-out p/ branco) surgindo a proxima.

Um novo individuo se prepara para descer uma ladeira muito ingreme. Um unico porem: ele eh cadeirante, tornando a acao mais perigosa e radical. Ele toma seu primeiro impulso, certo que no terceiro ele deixara as rodas cumprirem seu dever. E assim ele faz. A ladeira parece cada vez mais inclinada, fazendo sua adrenalina aumentar cada vez mais. Quando ele atinge a velocidade maxima, ele acorda e se depara com desnivelamento da calcada.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Situações do Cotidiano: Identidade do Roteiro











As estrutura das circunstâncias das situações do cotidiano no gráfico pode auxiliar à concepção de uma Identidade do Roteiro, e assim, ao respectivo enredo do roteiro que queremos tratar.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Briefing de Desenvolvimento de Projeto




Informações Extras

Ancine – Agencia nacional do cinema CUIDA DA PRODUCAO DO AUDIO VISUAL

PRINCIPAIS CONCORRENTES ?

INTERNET / TROCAS DE ARQUIVOS

Pitching : Empresas buscam produtos originais

Roteiro original

Personagem principais

Sinopse do 1 ano

Cenarios ( art style )

Ingles \ portugues